ATENÇÃO! Pedimos paciência em relação à coluna "Cidades ao Redor do Mundo" e na atualização em geral do nosso blog. Com a volta as aulas, o tempo fica escasso e podemos demorar um tempinho para atualizar. Atenciosamente, Thiago Cunha. OS BOTÕES DE GOSTAR, DO FACEBOOK, ESTARÃO TEMPORARIAMENTE DESATIVADOS DAS NOSSAS POSTAGENS. PEDIMOS CALMA.
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Limites do ser humano

Segue abaixo alguns limites do ser humano, quanto posso nadar, quantos graus posso suportar, quanto tempo posso ficar sem comer, etc, enfim... confira e se surpreenda. Essa pesquisa foi elaborada pela Revista Mundo Estranho.
NÃO TENTE REPRODUZIR A LISTA ABAIXO!
SEDE
LIMITE - Quatro dias sem água
RECORDE - Em 1905, o mexicano Pablo Valencia ficou sete dias sem beber nada no deserto do Arizona, nos Estados Unidos
O QUE ACONTECE - Nosso corpo tem cerca de 40 litros de água. Se perder entre 15% e 25% disso, as células murcham e o sangue fica viscoso, dificultando o trabalho do coração. Resultado: tonteiras, fadiga, inconsciência e, no fim, morte

PROFUNDIDADE
LIMITE - 3 metros (na água, para uma pessoa não treinada)
RECORDE - Em outubro do ano passado, o francês Loic Leferme desceu a 171 metros em apnéia (sem respirar). Com cilindros de oxigênio, o recorde é de 313 metros
O QUE ACONTECE - A pressão comprime principalmente o tórax e os órgãos internos. O coração tem dificuldade para bombear o sangue e os pulmões ficam amassados. Isso sem falar da falta de oxigênio

FRIO
LIMITE - Com roupas leves, até -5 ºC
RECORDE - Em setembro do ano passado, o holandês Wim Hof ficou 1 hora e 8 minutos dentro de uma caixa em contato com gelo
O QUE ACONTECE - O corpo consome mais energia para evitar que a temperatura interna fique muito baixa (o normal é 36,5 ºC). Quando ela chega a 32 ºC, os vasos sanguíneos se fecham para perder menos calor para o ambiente, o sangue fica mais denso e o coração bate mais devagar, prejudicando a circulação. Com o corpo a 20 ºC, o coração pára de bater

RESPIRAÇÃO
LIMITE - Três minutos sem respirar
RECORDE - Em dezembro do ano passado, o alemão Tom Sietas teria prendido o fôlego durante 8 minutos e 58 segundos dentro de uma piscina. A marca ainda depende de confirmação
O QUE ACONTECE - Sem oxigênio, os neurônios são os primeiros a jogar a toalha. E você já sabe: depois que morre, um neurônio não se recupera nem ganha um substituto. A morte cerebral é irreversível. O coração pode sofrer lesões e infartos

CALOR
LIMITE - Cerca de 50 ºC (temperatura ambiente)
RECORDE - Não há registro preciso
O QUE ACONTECE - Sensores localizados na pele enviam sinais para o cérebro, onde fica o hipotálamo, que funciona como um termostato. Ele dá o comando para produzir suor e resfriar o corpo. Para isso é preciso usar a água do organismo. Quando está muito quente, ela acaba rápido e a temperatura interna dispara. Se a febre passar de 42 ºC, os neurônios começam a pifar

ALTITUDE
LIMITE - Acima de 3 mil metros, uma pessoa não aclimatada pode passar mal
RECORDE - Em 1978, os austríacos Peter Habeler e Reinhold Messner atingiram pela primeira vez o topo do Everest (8 850 metros) sem oxigênio suplementar
O QUE ACONTECE - Quanto maior a altitude, menos oxigênio. Acima de 6 mil metros, o alarme é disparado por células quimiorreceptoras, localizadas nas carótidas (duas artérias do pescoço) e na aorta. Para compensar a falta de ar, elas aceleram a respiração

FOME
LIMITE - 20 a 30 dias sem comer
RECORDE - Em dezembro de 2004, o carioca Erikson Leif ficou 51 dias, 22 horas e 30 minutos sem comer. Ele começou o jejum com 103 kg e terminou com 78,5 kg
O QUE ACONTECE - Cai a taxa de glicose no sangue. Sem combustível, o corpo consome as gorduras. Depois, avança sobre as proteínas. A inanição altera a pressão arterial, detona órgãos internos e causa desmaios

Que coisas o homem já trouxe da Lua e de outros planetas?

As missões espaciais não trouxeram grandes souvenires, além de amostras de solo e milhares de rochas. Esse tipo de material foi coletado por nove missões que passaram pela Lua. De Marte, ninguém trouxe nada ainda. Os robôs enviados para explorar o planeta, como os "carrinhos" Spirit e Opportunity, continuam por lá e não devem voltar. Por enquanto, também não há uma previsão exata de missões tripuladas para o planeta vermelho - a melhor forma de trazer "lembrancinhas". Já a Lua foi bastante explorada por três espaçonaves-robôs Luna, da União Soviética, e seis missões Apollo tripuladas, dos Estados Unidos. A Luna 16, de 1970, trouxe 101 gramas de solo lunar. A Luna 20, de 1972, carregou mais 55 gramas; e, por fim, a Luna 24, de 1976, filou mais 170 gramas. Nos três casos, as espaçonaves usaram robôs com brocas para perfurar o solo. A análise do terreno lunar revelou a presença de basalto, de antigas rochas ígneas (muito compactas e duras) e uma estrutura laminada, com várias camadas depositadas sucessivamente. Já as missões tripuladas Apollo duraram de 1969 a 1972 e trouxeram mais e maiores amostras do satélite: foram 2 200 pedras, totalizando cerca de 400 quilos de rochas recolhidas pelos americanos! Analisadas em laboratório, elas permitiram descobrir 75 novas variedades de minerais.
Fonte: Mundo Estranho

Existe alguma prova de que o espaço sideral é infinito?

Não, e encontrá-la é um dos maiores objetivos da cosmologia, ciência que estuda o Universo. "As observações sugerem que ele seja infinito, mas os dados não são totalmente confiáveis", diz o astrônomo Roberto Boczko, da USP. Com base na Teoria da Relatividade, os cientistas bolaram uma fórmula para estudar os limites do Cosmos. Depois de milhões de cálculos malucos, a conclusão foi a seguinte: se a densidade do Universo for menor do que 0,00188 g/cm3, ele é infinito. Como não dá para medir (nem pesar) o Universo inteiro, os astrônomos calcularam a densidade de partes conhecidas e a assumiram como representação de todo o espaço. Como os valores alcançados eram até cinco vezes menores do que o tal 0,00188 g/cm3, a conclusão inicial é de que o Cosmos é infinito. Mas o estudo ainda está engatinhando. "Nas partes do espaço que estudamos, podem haver coisas que não conseguimos medir, como buracos negros. E algumas teorias estimam que conhecemos apenas 5% do total", diz Boczko. A descoberta dos demais 95% pode mudar radicalmente os dados atuais e apontar para um Universo finito. Se isso acontecer, vem outra dúvida: o que vem depois do Universo?
Fonte: Mundo Estranho

Como é feita a leitura biométrica da íris e da retina?

Com máquinas que produzem imagens dos olhos em altíssima resolução e comparam as informações com um banco de dados. Mas os processos de identificação são diferentes: a leitura da retina analisa a formação dos vasos sanguíneos que irrigam o fundo do olho, enquanto o da íris examina os anéis coloridos e pontos existentes em torno da pupila. Por ser mais complexa, a decodificação da íris é mais segura e usada em maior escala. A biometria começou a ganhar destaque no começo do século 19 devido ao uso de traços físicos na resolução de casos judiciais. Mas toda essa precisão sai cara: uma leitora de retina custa em média R$ 8 mil, e uma de íris, pelo menos R$ 4 mil.
Olho no lance

O início do processo é diferente para a análise de íris e de retina - mas, no final, tudo vira matemática

ESCRITO COM SANGUE

Na identificação da retina, é registrado o desenho dos vasos sanguíneos dentro do olho. O indivíduo deve ficar imóvel e olhar, levemente arregalado, para a câmera da máquina de biometria, que emite, por cerca de cinco segundos, uma luz branca pulsada de baixa intensidade

LIGUE OS PONTOS

Para a leitura da íris, que identifica pontos e anéis na faixa colorida do globo ocular, o processo dura apenas três segundos. A luz (que pode ser infravermelha, para que a pupila se dilate) faz um movimento vertical sobre o olho. A distância comum entre o olho e a câmera é entre 7,5 e 25 cm


QUAL O SEU NÚMERO?

A imagem capturada ganha uma representação matemática, decodificada por um algoritmo, para que o computador possa compará-la às outras do arquivo. Cada tipo de biometria tem um ou mais algoritmos - da retina são dois e, da íris, cinco. Todos eles são patenteados


ACESSO LIBERADO

O sistema pode cruzar o resultado matemático com outro dado, como o RG, para identificar o indivíduo entre todos os cadastrados. Ou então usar apenas esse resultado para buscar a pessoa no arquivo. Sistemas avançados podem varrer 10 milhões de registros em apenas dois segundos
• Além dos olhos e das digitais, a biometria pode ser aplicada ao timbre da voz e até mesmo à escrita de uma pessoa
Fonte: Mundo Estranho

Uma moeda mata ao ser arremessada de um prédio?

Não, não pode. Nem nossa moeda mais pesada (a de R$ 0,50) atirada do prédio mais alto do mundo (o Burj Khalifa, em Dubai, com 828 m) poderia matar alguém. Isso porque a queda de um objeto está condicionada à aceleração da gravidade e ao atrito com o ar. Quando as duas forças se igualam, o objeto atinge uma velocidade terminal, a partir da qual a aceleração do corpo se torna constante.
A moeda, por exemplo, chega a 94,3 km/h – velocidade atingida a 160 m de altura. A energia produzida por seu impacto, de 2,3 jaules, só causaria um machucado, já que para perfurar o crânio e matar uma pessoa seriam necessários 45 jaules.


MOEDA DE:
R$ 0,50
MASSA:
6,8 g (0,0068 kg)
VELOCIDADE TERMINAL:
94,3 km/h (26,2 m/s)
ENERGIA:
2,3 J
MATA?
Não


CABEÇA DE ALHO
MASSA:
60 g (0,06 kg)
VELOCIDADE TERMINAL:
142 km/h (39,5 m/s)
ENERGIA:
46,8 J
MATA?
Sim


MAÇÃ MÉDIA
MASSA:
130 g (0,13 kg)
VELOCIDADE TERMINAL:
144 km/h (40 m/s)
ENERGIA :
104 J
MATA?
Sim


BOLA DE BILHAR
MASSA :
150 g (0,15 kg)
VELOCIDADE TERMINAL:
166 km/h (46 m/s)
ENERGIA :
158,7 J
MATA?
Sim


Fonte: Revista Mundo Estranho.

Pra que serve a bigorna?

Exceto para Tom e Jerry, atualmente a bigorna não tem muito uso. Era sobre esta peça pesada e dura que ferreiros apoiavam o material a ser moldado, à base de marteladas, geralmente após um período na forja para torná-lo maleável. Como a bigorna é mais resistente que o material a ser trabalhado, ela “devolve” parte da energia da martelada, diminuindo o esforço do ferreiro.
A bigorna de pedra apareceu na Pré-História, e a de metal, no Egito antigo. Na Idade Média, tornou-se essencial para fazer as complicadas armadurasdos nobres (que chegavam a custar o equivalente a uma Ferrari!). No fim do século 19, quando as bigornas caíram em desuso e foram abandonadas pelos EUA, alguns desocupados brincavam de lançá-las no ar com a ajuda de explosivos. Foi daí que veio a piada dos desenhos animados.
Confira um vídeo do campeão mundial de arremesso de bigorna, Gay Wilkinson, em ação: abr.io/bigorna


FONTE Livro New Edge of the Anvil: A Resource Book for the Blacksmith, de Jack Andrews; revista Anvil Magazine; sites IForgeIron, MetalSmith.org, AnvilFire

Como funciona o Raio Laser?

O raio laser é formado por partículas de luz (fótons) concentradas e emitidas em forma de um feixe contínuo. Para fazer isso, é preciso estimular os átomos de algum material a emitir fótons. Essa luz é canalizada com a ajuda de espelhos para formar um feixe. A tecnologia foi criada em 1960 por Theodore Maiman. Na ocasião, o físico americano estimulou átomos de rubi a emitir luz concentrada. Desde então, o laser evoluiu e atualmente é empregado em aparelhos caseiros, cirúrgicos, industriais, militares e espaciais – raios laser já foram usados até para medir a distância entre a Terra e a Lua. Embora seja possível criar armas para cegar inimigos e para interceptar mísseis (aquecendo-os até explodirem), pistolas que disparam laser, como a ilustrada abaixo, não devem deixar de ser ficção científi ca tão cedo.


LUZ, CÂMARA, AÇÃO
Criar um laser parece uma balada, com muita energia, iluminação frenética e jogo de espelhos
Todo laser precisa de um princípio ativo que pode ser sólido, como o rubi, ou gasoso, como o dióxido de carbono, dentro de uma câmara fechada. Os átomos do material são estimulados para gerar luz, principal ingrediente de um raio laser.
Para que haja a emissão de luz, é preciso excitar os átomos do princípio ativo. O estímulo pode ocorrer por eletricidade, pela luz de outro laser menos potente, por uma fonte de luz ou por reações químicas. Isso energiza os elétrons e os estimula a tentar escapar dos átomos.
A tendência dos átomos excitados é voltar à estabilidade, com os elétrons voltando ao seu estado original. Quando isso acontece, a energia que estimulou o elétron se dissipa em forma de partículas de luz (fótons).
Além da energia externa que alimenta o canhão de laser, os fótons também excitam os átomos vizinhos. Com isso, rola a amplificação da luz. O termo é mencionado na sigla que forma a palavra laser (luz amplificada por emissão estimulada de radiação, em português).
Uma dupla de espelhos exatamente paralelos ordena os fótons que circulam agitados pelo cilindro. Em vez de ricochetearpara todos os lados, os fótons passam a circular no mesmo sentido, formando um feixe de luz coerente, ou seja, em que a luz não se difunde.
O espelho frontal não reflete toda a luz que incide nele. Ele deixa escapar do canhão 2% do feixe de luz coerente. Esse é o raio laser! O material usado para criar o raio determina a cor do feixe. A potência do laser é regulada pela quantidade de energia gasta para estimular a emissão de luz


LASER ATÉ NO LAZER
Aplicações da tecnologia estão na sala de aula e em aviões militares
LASER POINTER
- Os sinalizadores usados por palestrantes foram parar no futebol. Os raios apontados pela torcida podem cegar os jogadores
IMPRESSÃO
- O laser marca o conteúdo a ser impresso em um tambor sensível à luz. As áreas marcadas atraem um pó colorido (toner), absorvido pelo papel ao passar pelo tambor
DEPILAÇÃO A LASER
-Os fótons queimam o pelo até a raiz. Mas dizer que essa depilação é definitiva não passa de mito
LEITOR DE CÓDIGO DE BARRAS
- O laser incide nas regiões claras e escuras e retorna a informação para o sensor. Os dados viram sinais elétricos e são processados por um computador
LEITOR DE CDS E DVDS
- A luz do laser incide nos relevos microscópicos dos discos, em que os dados estão gravados
CORTE E SOLDA DE METAIS
- Lasers com altíssima temperatura são usados na indústria metalúrgica. O feixe de luz é acompanhado por ar comprimido para completar o corte
REMOÇÃO DE TATUAGEM
- Feixes de luz específi cos para cada cor de 
pigmento penetram na pele e só atuam onde está pintado – a pele sem tinta fica sem dano. O procedimento dura várias sessões
CIRURGIA OCULAR
- Cortar a retina com luz, em vez de bisturi, diminui o risco de infecção. O calor também evita a hemorragia, pois cauteriza os vasos seccionados
HOLOGRAFIA
É um feixe de luz concentrada que desenha aquelas imagens 3D coloridas, em fundo prata, impressas em cartões de crédito e figurinhas
SISTEMA ANTIMÍSSEIS
Os EUA estão testando um avião que abate foguetes. Antes de chegar ao alvo, o míssil é superaquecido e detonado por um laser que o segue durante cinco segundos.


Fonte: Mundo Estranho, 09/2011.

Qual foi o bandido mais vezes preso no mundo?

Foi a americana Ella Orko, de 87 anos. Nem a Interpol, nem o FBI, nem qualquer organização policial do mundo elaborou um ranking oficial do tipo, mas dificilmente algum criminoso supera a "vovó". Ao longo da vida bandida, ela já foi mandada para o xilindró nada menos do que 61 vezes. Na última, em junho do ano passado, foi flagrada tentando surrupiar embalagens de salmão, pacotes de pilhas, frascos de café instantâneo e potes de cremes antirrugas de uma loja. Ao todo, sua ficha criminal contabiliza 13 condenações, a maioria por furto em lojas e supermercados. Figurinha conhecida da polícia, a larápia viu o sol nascer quadrado pela primeira vez em 1956, aos 33 anos. Para dar um basta na carreira de contraventora, os promotores de Justiça sugerem que agora ela passe a ser monitorada eletronicamente.

Como sobreviver na selva?

WELCOME TO THE JUNGLE
Com poucos recursos e muito cuidado, é possível escapar da mata fechada.
Para se manter vivo em um ambiente desconhecido e hostil é preciso cuidar de oito pontos-chave: água, alimento, abrigo, fogo, corpo, orientação, deslocamento e sinalização. Além disso, alguém que se perde na selva, seja porque se desviou de uma trilha, seja porque estava a bordo de um meio de transporte que foi parar na mata, precisa ter auto-controle, uma boa dose de coragem e perseverança para superar a situação. A primeira coisa a fazer é não entrar em pânico. Com calma, vai ser mais fácil encontrar o caminho de volta.
ÁGUA
Hidratação é vital para sobreviver, coletando água de chuva ou bebendo do rio. No primeiro caso, vale usar folhas para canalizar a água que escorre de galhos e troncos para a boca. Em casos extremos, o jeito é amarrar uma camiseta na perna para colher água do orvalho acumulado na vegetação.
ALIMENTO
A selva é cheia de bichos, mas não é fácil de caça-los. Se uma cobra aparecer, vale procurar pedras ou galhos e tentar encarar a refeição. Deve-se evitar vegetais com pelos, gosto amargo e seiva leitosa - características dos venenosos. Frutos bicados ou mordidos geralmente são comestíveis.
FOGO
Uma fogueira aquece o corpo, afasta animais e ajuda a cozinhar. Veja como fazer:
1) Para um galho ao meio para obter uma face plana.
2) Descole uma faca para fazer uma trilha na madeira.
3) Esfregue uma varinha no sentido da trilha até surgir uma brasa.
4) Derrame a brasa sobre os seguintes materiais na ordem indicada:
INGREDIENTES:
Mecha de cabelo > palha > tecido > papel > gravetos > galhos > troncos
É importante não montar o abrigo embaixo de grandes árvores para evitar a queda de galhos e de frutos grandes.
Teto e plataforma devem ser cobertos com folhas de bananeira presas com raízes ou cipós contorcidos - sem nó para não arrebentar.
ABRIGO
Construir um abrigo numa clareira é essencial para passar a noite. Para aumentar a segurança, ele deve ficar suspenso a meio metro do chão, dificultando a entrada de água e animais. Uma plataforma com galhos cruzados e sustentados por tocos de madeira fincados no chão garante a elevação.
Uma fogueira com 1m de diâmetro, no máximo, evita incêndios.
Fonte: Mundo Estranho

Você conhece William Macdonald?

O primeiro assassino em série da Austrália, o Mutilador de Sydney ficou conhecido por arrancar as genitálias de suas vítimas.
1. Nasceu em Liverpool, na Inglaterra, em 1924. Ainda garoto, Allan Ginsberg (seu nome de batismo), é diagnosticado como esquizofrênico. Aos 19 anos, entra para o exército, onde é estuprado. Nessa época, apresenta os primeiros sinais de homossexualismo.
2. Em 1955, vai para a Austrália e muda o nome para William MacDonald. Alvo de chacotas por ser homossexual, passa a andar com uma faca. Cinco anos depois, ebriagado, mata um sem-tento estrangulado. Em outra ocasião, ataca um rapaz bêbado, mas decide não matá-lo.
3. Muda o nome, desta vez para Alan Brennan, e comete o segundo assassinato: mata um homem com facadas no pescoço. Ele corta as genitálias da vítima, coloca em um saco plástico e lança por cima da ponte. O caso ganha repercussão e MacDonald é apelidado de "mutilador".
4. Em 1961, mata outro homem a facadas e repete o procedimento de mutilação. A polícia local fica atordoada e coloca investigadores disfarçados de sem-teto nas ruas. Empolgado com a visibilidade dos crimes, William mata pela quarta vez, seguindo o mesmo ritual.
5. Um ano depois, MacDonald compra uma loja e usa o local para tentar matar James Hackett. Rodeado de sangue, não consegue mutilar a vítima e foge. Meses depois, a polícia encontra o corpo, já em estado de decomposição, e concluí que se trata de MacDonald.
6. O assassino foge para a Nova Zelândia. Com o fim dos ataques, o caso do mutilador esfria na imprensa. Paranoico, William volta para Sydney e é reconhecido por um vizinho de sua antiga loja. Ele entra em contato com a polícia, que recomeça as investigações.
7. Dado como morto até então, o caso ganha o título de "O caso do defunto ambulante". Após descobrir que o corpo na loja era de uma vítima, a polícia divulga o retrato falado. O mutilador é reconhecido em Melbourne e é levado à delegacia por um colega de trabalho.
Que fim levou?
Foi condenado a prisão perpétua e, depois, transferido para uma clínica psiquiátrica após atacar dois detentos. De volta ao xadrez, cumpre a pena em uma área isolada.
Retirado da Mundo Estranho.

Existem armas proibidas em guerra?

Sim. As convenções de Haia e o Protocolo de Genebra - não confundir com as Convenções de Genebra -, elaborados por vários países desde 1899 até o fim da década de 1990, restringem o uso de oitro tipos de armas em campos de batalha.
Na prática, porém, quase todos tipos de arsenal proibido segue sendo usado em guerras. Os acordos não são levados a sério porque nem todos os documentos foram assinados pelas nações que participaram nas discussões. 
Os EUA, por exemplo, nunca apoiaram o protocolo que proíbe o uso de armas incendiárias desde 1980. Em geral, esses tratados servem para marcar o desfecho de grandes guerras internacionais, funcionando como instrumento de punição aos derrotados - isentando, contudo, vencedores que usaram armas proibidas.
PROJÉTEIS EXPANSIVOS
A convenção de Haia proíbe, desde 1988, munições destruidoras, como o projétil de ponta oca. Quando atinge um alvo mole, como o corpo humano, a pressão do impacto faz a ponta desabrochar, aumentando o diâmetro da bala e, consequentemente, o estrago causado.
MODIFICAÇÕES AMBIENTAIS
Desde 1977, a Convenção de Genebra proíbe qualquer ato militar que afete ou destrua o meio ambiente. Um caso recente de modificação ambiental foi a queima dos campos de petróleo no Iraque pelos americanos, em 1991 - os EUA nunca foram punidos por isso.
ARMAS LASER
Outra proibição preventiva! Até existem armas laser como o designador. Ele é usado para marcar alvos terrestres, indicando o alvo para mísseis de alta precisão. O que não pode é apontar o laser contra seres humanos, causando cegueira, por exemplo.
ARMAS NUCLEARES
Em 1968, o número de bombas atômicas por país ficou limitado pelo Tratado de Não Proliferação Nuclear. O complemento desse tratado, em 1995, proibiu o desenvolvimento e a aquisição de armas nucleares, além de exigir um desarmamento gradual de países com arsenal atômico.
ARMAS INCENDIÁRIAS
Na guerra, em tese, não vale queimar pessoas ou áreas civis. Incendiar instalações militares, por outro lado, é do jogo, desde que o alvo não esteja dentro ou próximo de áreas urbanas. Disparar bombas incendiárias por via aérea também não pode.
ARMAS QUÍMICAS E BIOLÓGICAS
A primeira proibição a armas com agentes químicos ou biológicos começou em 1907 - a última versão da convenção é de 1993. Dois exemplos matadores dessa categoria são o gás VX, que mata em 30 minutos, no máximo, e o antraz, que causa infecções e feridas.
FRAGMENTOS NÃO DETECTÁVEIS
Algumas proibições são preventivas e rolam antes de a arma ser usada em combate. É o caso de explosivos que estilhaçam em fragmentos impossíveis de ser detectados via raio X. Ou seja, fragmentos metálicos pode, mas granadas ou minas que se partem em pedaços mortais de plástico, nem pensar!
MINAS E ARMADILHAS
O tratado de Ottawa, de 1997, proíbe o uso de minas antipessoais, como a Claymore. O modelo tem uma camada com 680g de explosivo plástico. Na detonação, pequenas esferas de aço são lançadas em alta velocidade sendo letais a até 50m da explosão.
Retirado da revista Mundo Estranho.
 
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